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Adriana Cariaga Alonzo

Educadora e historiadora, com mestrado em politicas publicas pela Universidade ORT do Uruguai, sendo professora do Instituto de Educação da mesma Universidade. É Diretora do Espaço Cultural "Al Pie de la Muralla". Coordenadora do Programa Educativo "Diálogos com a História", onde tem desenvolvido um importante trabalho de interpretação e educação para o patrimônio. Membro do departamento do Uruguai do Comite Internacional de Sitios e Monumentos Históricos (ICOMOS - Uruguai) e Vice Presidente do Comite Científico Internacional de Fortificações e Patrimônio Militar (ICOFORT) do ICOMOS.
 

Benedito Tadeu de Oliveira

Arquiteto graduado pela Universidade de Brasília, UnB (1980). Sua tese de graduação recebeu em Varsóvia, Polônia, no XIV Congresso da União Internacional de Arquitetos - UIA os prêmios do Sindicato dos Engenheiros Egípcios e da União dos Arquitetos da ex-União das Repúblicas Socialistas Soviéticas URSS (1981). Doutorou-se em restauração de monumentos pela Universidade de Roma, La Sapienza (1985), onde defendeu a tese Hospital dos Homens em San Giovanni in Laterano (antiga sede Papal). Em 1987 ingressou na Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz, RJ, onde participou da criação e chefiou o Departamento de Patrimônio Histórico da Casa de Oswaldo Cruz. Coordenou a restauração do Conjunto Arquitetônico Histórico de Manguinhos recebendo prêmios e menções honrosas em 1991/92/93/94/96 e participou da criação do Museu da Vida da Fiocruz (prêmio Melhores Obras com Aço do Ano ABCEM, 1999). É membro e consultor do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios – ICOMOS. Foi diretor do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN de Ouro Preto (2002-2009) e coordenou projetos de restauração de diversos monumentos em Mariana e Ouro Preto/MG, dentre eles a igreja de São Francisco de Assis; obra prima do Mestre Aleijadinho. Atualmente coordena o projeto de implantação do Parque Arqueológico do Morro da Queimada em Ouro Preto http://morrodaqueimada.fiocruz.br/.

 


 

Flávio Lemos Carsalade

Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Minas Gerais (1979), Mestrado em Arquitetura pela Universidade Federal de Minas Gerais (1997) e Doutorado pela Universidade Federal da Bahia (2007). Foi presidente do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (1999-2002) e do Instituto de Arquitetos do Brasil/ Departamento Minas Gerais (1995-1998), bem como Secretário Municipal de Administração Urbana Regional Pampulha da Prefeitura de Belo Horizonte (2004-2007). É professor da Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desde 1982, onde foi seu diretor (2008-2012) e seu vice-diretor (1988-1991). Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Planejamento e Projetos da Edificação e Urbanismo, atuando principalmente nos seguintes temas: projetos arquitetônicos e urbanísticos, patrimônio cultural e ensino de arquitetura. Coordenou O dossiê de candidatura do conjunto modernista da Pampulha a candidatura de Patrimônio da Humanidade, encaminhado à UNESCO em 2015.

 

Junno Marins da Matta

Arquiteto formado pela Universidade federal Fluminense (2001) é chefe do escritório técnico do Iphan em Diamantina, onde trabalha desde 2006. Mestre em Engenharia Civil com ênfase em sistemas construtivos em edifícios históricos, também pela  UFF (2004) com a dissertação: "Estudo de Procedimentos para a Preservação e Conservação de Bens Imóveis não Monumentais; estudo de Caso: Conjunto Vila Lage em São Gonçalo". Atualmente coordena trabalhos de recuperação e preservação dos bens móveis da cidade de Diamantina. 

 

Jurema de Souza Machado

Arquiteta urbanista pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), formada em 1980. Iniciou sua vida profissional em Belo Horizonte na Plambel- Planejamento da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Entre 1999 e 2001, atuou como arquiteta em programa nacional de reabilitação de centros históricos. De 1995 a 1998, presidiu o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais, dedicado à preservação do acervo de bens culturais daquele estado. Coordenou equipe interinstitucional que, entre 1993 e 1994, concebeu e implementou legislação urbanística e sistemática de controle das intervenções no sítio tombado de Ouro Preto. Entre 1980 e 1991, trabalhou como arquiteta urbanista na reabilitação da área central e no planejamento metropolitano de Belo Horizonte. Ainda em Minas foi presidente do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha). Entre os anos de 1999 e 2001 atuou na concepção do Programa Monumenta e, entre janeiro de 2001 e setembro de 2012, foi coordenadora de Cultura da Unesco no Brasil. Até 2016 foi presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Tem experiência nas áreas de Arquitetura e Urbanismo, Preservação do Patrimônio Cultural e Patrimônio Mundial.

 

Leonardo Barci Castriota

Arquiteto-urbanista (1986), com doutorado em Filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais (2000) e pós-doutorado junto ao Getty Conservation Institute (GCI) em Los Angeles (2001) e a Universidad Politécnica de Madrid (2009/2010). Atualmente é Professor Titular da Universidade Federal de Minas Gerais. É Presidente do Comitê Brasileiro do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (ICOMOS/BRASIL) e, desde dezembro de 2017, Vice-Presidente do ICOMOS internacional. Foi Vice-Presidente da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação Interdisciplinar em Sociais e Humanidades (ANINTER-SH), de 2012 a 2016. Foi pesquisador da Rockfeller Foundation e do Getty Conservation Institute, sendo pesquisador com bolsa de Produtividade do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, desde 2002 e da FAPEMIG, com a bolsa de Pesquisador Mineiro, desde 2007. Foi Diretor de Patrimônio Cultural do Município de Belo Horizonte (1993-1994), membro do Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município de Belo Horizonte (1995-2000), do Conselho Curador do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA-MG), sendo atualmente membro do Conselho Técnico do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e do Conselho Estadual do Patrimônio de Minas Gerais (CONEP-MG).

 

Maria Leonor Botelho

Doutora em História da Arte. É Professora Auxiliar na Faculdade de Letras da Universidade do Porto (Departamento de Ciências e Técnicas do Patrimônio), onde é Presidente da Comissão Científica do Mestrado em História da Arte, Património e Cultura Visual. Integra a Comissão Científica do Museu Digital da Universidade do Porto como especialista em gestão de património. É membro da Associação Europeia de História Urbana (EAUH). É autora de muitos trabalhos, incluindo o artigo “Centro Histórico do Porto (WH) - da investigação histórica à (real) Visualização do Património Virtual” (proposta de livro submetida à Oxford University Press – no prelo) e colaborou na produção científica dos Guias Turísticos para Património Mundial da Humanidade no Norte de Portugal. Porto. Guimarães. Douro Vinhateiro e Vale do Côa. (Turismo de Portugal e INCM, 2013 [3 volumes]). Juntamente com Ricardo Dias, Maria Leonor Botelho traduziu para Português a Carta de Londres para a visualização computorizada do patrimônio cultural. Foi uma das coordenadoras, curadoras e produtoras das exposições virtuais “Porto Património Mundial” (2015) e “Sabrosa: Património e Paisagem” (2016), ambas publicadas na plataforma Google Arts and Culture. O seu trabalho de investigação centra-se na gestão do patrimônio, património digital, história urbana e historiografia da arquitetura da época românica.

 

Marcelo Brito

Arquiteto urbanista pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), formado em 1983, tendo ainda se especializado em temas relacionados à gestão pública, à restauração de patrimônio e em cooperação cultural. É doutor em gestão urbana pela Universidade Politécnica da Catalunha, em Barcelona, Espanha, em 1992, e realizou pós-doutoramento na Universidade Complutense de Madri, em 2007, onde desenvolveu projeto de pesquisa sobre “Patrimônio, Turismo e Desenvolvimento”. Iniciou sua vida profissional em Olinda, Pernambuco, na Fundação Centro de Preservação dos Sítios Históricos de Olinda (FCPSHO), quando participou da formulação do Projeto Piloto de Olinda, de 1984 a 1986, voltado para a recuperação e revitalização dos seus sítios históricos. No Iphan, desde 1987, exerceu várias funções técnicas e gerenciais no campo da preservação do patrimônio cultural brasileiro. Dentre elas, foi Assessor de Planejamento, Superintendente do Iphan para o Centro-Oeste, Coordenador Nacional do Programa Urbis no Departamento de Patrimônio Material e Fiscalização, Chefe de Gabinete da Presidência e Assessor da Direção do Departamento de Patrimônio Imaterial. Desde 2008, atua no campo da cooperação internacional na Assessoria de Relações Internacionais da Presidência do Iphan.

 

Marcos Olender

Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1985), mestrado em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1992) e doutorado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal da Bahia (2007). Atualmente é professor associado da Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF. Dirige o LAPA – Laboratório de Patrimônios Culturais da UFJF. Tem experiência nas áreas de História e de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em História Regional do Brasil e em Patrimônio Histórico e Cultural, atuando principalmente nos seguintes temas: revitalização, conservação e restauro, instrumentos de proteção do patrimônio, política e gestão em patrimônio cultural, história da arquitetura moderna e contemporânea, memória ferroviária, história das exposições nacionais e internacionais das indústrias e das belas-artes, colonização alemã e arquitetura da imigração (principalmente alemã e italiana). É membro da Diretoria do Comitê Brasileiro do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (ICOMOS-BRASIL)

 

Mônica Lima

Professora e coordenadora do Laboratório de Estudos Africanos do Instituto de História da UFRJ. Participou, na qualidade de historiadora, do grupo de trabalho que redigiu o dossiê de candidatura do Cais do Valongo a Patrimônio da Humanidade. Publicou recentemente artigos sobre essa experiência, em livros e revistas acadêmicas.

Nivaldo Andrade

Arquiteto e urbanista (2002), mestre (2006) e doutor (2012) em Arquitetura e Urbanismo pela FAUFBA, onde é docente na graduação e professor permanente do Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo (PPG-AU) e  do Mestrado Profissional em Conservação e Restauração de Monumentos e Núcleos Históricos (MP-CECRE). Dentre as premiações recebidas, destacam-se: 1º lugar no Prêmio Caixa-IAB 2006 – Concurso Nacional de Ideias e Soluções para a Habitação Social no Brasil; 3º lugar no 1º Prêmio de Arquitetura Akzo Nobel para obras construídas de jovens arquitetos brasileiros; menções honrosas no Prêmio CAPES de Tese 2013 e no Prêmio ANPARQ de Tese 2014; e três menções honrosas no Prêmio Opera Prima – Concurso Nacional de Trabalhos Finais de Graduação como orientador. Atualmente é Presidente Nacional do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) e membro titular do Conselho Consultivo do IPHAN. Foi Secretário Executivo da Federación Panamericana de Asociaciones de Arquitectos (FPAA) e membro titular do Conselho Deliberativo do ICOMOS Brasil, do Conselho Diretor do DOCOMOMO Brasil e do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural de Salvador.

Rafael Winter Ribeiro

Possui bacharelado e licenciatura em Geografia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1996 e 1997), mestrado em Geografia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2001) e doutorado em Geografia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2005), com estágio no Laboratório Société, Environnement et Territoire, do CNRS, na Université de Pau et des Pays de lAdour, França. Atualmente é Professor do Departamento de Geografia da UFRJ, do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFRJ e do Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural do IPHAN. É pesquisador do Geoppol - Grupo de Estudos e Pesquisas em Política e Território, no Departamento de Geografia da UFRJ e do Laced - Laboratório de Pesquisas em Etnicidade, Cultura e Desenvolvimento, no Departamento de Antropologia da UFRJ. Membro do ICOMOS (International Council on Monuments and Sites), atuou em vários projetos na área de patrimônio cultural. Vice-Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Geografia, PPGG/UFRJ (Nível 7 da Capes), desde agosto de 2017. Tem experiência na área de Geografia, com ênfase em Geografia Humana, atuando principalmente nos seguintes temas: Geografia Política, Patrimônio Cultural e Política da Paisagem.

 

 

Rodrigo Christofoletti

Possui graduação em História pela Universidade Estadual Paulista - UNESP/Assis (1998), Mestrado em História pela mesma universidade (2002) e Doutorado em História, Política e Bens Culturais pela Fundação Getúlio Vargas (2010). Foi durante 14 anos educador no Monumento Nacional Ruínas Engenho São Jorge dos Erasmos – USP. Atualmente é professor de Patrimônio Cultural no curso de História da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), e leciona no Programa de Pós-Graduação da mesma universidade. Coordena o curso de Especialização em História e Cultura no Brasil Contemporâneo (Ead) do CEAD-UFJF e a Seção de Acervos do CECOM - Centro de Conservação da Memória da UFJF. É pesquisador do LAPA - Laboratório de Patrimônio da UFJF e colaborador do CITCEM - Centro de Investigação Transdisciplinar: Cultura, Espaço e Memória; da Universidade de Letras do Porto (ULP). É líder do grupo de pesquisa Cnpq - Patrimônio e Relações Internacionais. É conselheiro da COMPPAC - Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora, desde 2019. É autor/organizador do livro: “Bens culturais e relações internacionais: o patrimônio como espelho do soft power. Santos, Leopoldianum, 2017”. Possui experiência na área de História política e bens culturais com ênfase em Patrimônio Cultural, atuando principalmente nos seguintes temas: patrimônio - bens culturais - educação patrimonial, patrimônio da humanidade.

 

 

Simone Scifoni

Geógrafa, Mestre e Doutora em Geografia pela Universidade de São Paulo (USP). Prêmio Capes de Teses, conferido, em 2006, ao trabalho intitulado: “A construção do patrimônio natural”. Docente do Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Atuou e atua em instituições públicas de proteção do patrimônio cultural como o Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Condephaat/SP (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arquitetônico e Arqueológico do estado de São Paulo) e Conselho Municipal de Patrimônio Cultural de São Bernardo do Campo. Fundadora e membro da Rede Paulista de Educação Patrimonial, Repep. Ex membro do Conselho Deliberativo do Monumento Nacional Ruínas Engenho São Jorge dos Erasmos – Procult - USP. Membro do Icomos-Brasil.

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